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Aeronaves não tripuladas portuguesas vão controlar as rotas migratórias no Mediterrâneo no seguimento de um concurso lançado pela Agência Europeia de Segurança Marítima com o objetivo de desempenhar funções de controlo fronteiriço e de vigilância marítima.

A empresa Tekever e a Força Aérea Portuguesa ganharam o referido concurso, o que vai permitir que todos os aviões não tripulados envolvidos nestas operações europeias de patrulhamento de fronteiras sejam fabricados em Portugal.

A APANT reconhece o sucesso da tecnologia portuguesa nesta matéria e lembra que a Força Aérea já tinha ganho um outro concurso de vigilância marítima no fim de 2016. Nesse concurso a Força Aérea liderava um consórcio com mais duas empresas portuguesas, a UA Vision e a Deimos Engenharia.

É expectável que este tipo de notícias continue a ser dinamizador da componente de investigação e desenvolvimento deste promissor setor aeronáutico.

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