QUEM SOMOS

A Associação Portuguesa de Aeronaves Não Tripuladas (APANT) é uma associação portuguesa sem fins lucrativos, criada com o objetivo de representar e defender os interesses dos seus Associados; promover nacional e internacionalmente todas as atividades relacionadas com as aeronaves não tripuladas, vulgo drones; contribuir ativamente para o desenvolvimento seguro, eficiente e sustentado deste setor de atividade; e apoiar a sua progressiva integração no espaço aéreo.

MISSÃO

A Associação Portuguesa de Aeronaves Não Tripuladas (APANT) apoia os seus Associados promovendo o progresso das atividades que desenvolvem, assim como a prossecução e defesa dos interesses destes perante quaisquer entidades públicas ou privadas a dois níveis:

A nível interno, a missão da APANT é esclarecer, defender e apoiar os seus Associados em todas as matérias, direta ou indiretamente relacionadas com as aeronaves não tripuladas, acompanhando toda a cadeia de valor desta indústria (desde a conceção/design ao consumo/utilização) no sentido de promover a integração segura destas aeronaves no espaço aéreo nacional, bem como a utilização responsável e eficiente por parte de utilizadores e operadores, independentemente do propósito da sua operação: comercial, de investigação, lúdica ou desportiva.

A nível externo, a missão da APANT passa por representar os Associados junto das entidades nacionais e internacionais pertinentes, incentivar e apoiar a investigação e desenvolvimento do setor, trazer para o seio da Associação as melhores práticas e recomendações da indústria, e ainda produzir e ajudar a produzir documentação técnica na área das aeronaves não tripuladas, colaborando ativa e efetivamente para o desenvolvimento seguro, eficiente e sustentado deste setor.

Caso esteja interessado em ser parceiro  da APANT, por favor …

VISÃO

A APANT pretende posicionar-se como a entidade de referência nacional que acompanha o desenvolvimento seguro, eficiente e sustentado da indústria das aeronaves não tripuladas junto das entidades e Autoridades nacionais, europeias e internacionais, bem como junto das entidades congéneres de outros Estados, propondo-se receber como parceiros todos os intervenientes – designadamente autoridades, operadores e técnicos (pilotos remotos, etc), entidades de formação e de investigação, a indústria dos drones, seguradoras, prestadores de serviço de tráfego aéreo, aeródromos, e demais stakeholders – na busca de um quadro regulamentar potenciador do desenvolvimento sustentável e do crescimento económico da indústria, salvaguardando a segurança operacional das atividades comerciais, de investigação, lúdicas ou desportivas. Esse objetivo será melhor alcançado através do envolvimento de todas as entidades e Autoridades, nacionais e internacionais, através da APANT.

VALORES

Autonomia na atuação | As ações desenvolvidas pela APANT, e as posições tomadas, resultam de análises e de estudos internos, com o principal objetivo de promover e divulgar os interesses dos Associados e do setor de atividade.

Proximidade | A Associação defende a proximidade com os seus Associados, empreendendo as ações que melhor defendem os interesses destes, uma vez que acredita que a força da Associação (composta pelos seus Associados), é naturalmente superior à força individual de cada um. A Associação também vai promover a proximidade com todos os stakeholders e intervenientes na cadeia de valor desta indústria;

Adaptabilidade | Tendo o conta a volatilidade do enorme progresso a volta do desenvolvimento das aeronaves não tripuladas, a APANT terá a capacidade de adaptar-se e acomodar-se às normas circunstancias, o que vai requerer de uma atitude de mudança e aprendizagem procurando a melhor maneira de aceitar as mudanças que são necessárias com vontade de fazer face aos novos desafios, tolerância e inteligência;

Nova postura | A APANT traz para o setor um novo espírito, procurando ser um agente ativo, e não passivo ou reativo.

Transparência | A Associação atua com total transparência no relacionamento com os seus Associados e nas posições por si tomadas.

Órgãos Sociais

Direção

  • Gonçalo Antunes Matias
    Gonçalo Antunes Matias Presidente
  • Jesús Conde
    Jesús Conde Vice-presidente
  • José Comprido
    José Comprido Tesoureiro
  • Luci Pais
    Luci Pais Vogal
  • João Gomes Mota
    João Gomes Mota Vogal

Assembleia Geral

  • Henrique Henriques
    Henrique Henriques Presidente
  • Pedro Silva
    Pedro Silva Secretário
  • Marcos Costa
    Marcos Costa Secretário

Conselho Fiscal

  • Pedro Rodrigues
    Pedro Rodrigues Presidente
  • Vanda Cruz
    Vanda Cruz Vogal
  • Luís Rodrigues
    Luís Rodrigues Vogal

ATIVIDADES

  • A Associação Portuguesa de Aeronaves Não Tripuladas representa e defende os interesses dos Associados junto da Autoridade reguladora, a ANAC, colaborando e cooperando com esta sempre que tal seja solicitado.
  • A associação acompanha os principais desenvolvimentos das Autoridades, entidades, organizações, comissões, grupos de trabalhos e associações nacionais e internacionais que tenham impacto direto na atividade regulamentar, assim como na investigação e desenvolvimento do setor de atividade.
  • A Associação, conjuntamente com os seus associados, elabora estudos, posições institucionais e pareceres sobre a utilização de aeronaves não tripuladas e respetivos sistemas, nas vertentes lúdica, desportiva, investigação e/ou comercial.
  • A APANT pretende promover ações de sensibilização junto dos utilizadores nas diversas vertentes, nos termos da legislação e regulamentação em vigor, assim como a divulgação das normas e boas práticas que visem a prossecução da segurança da utilização das aeronaves não tripuladas no espaço aéreo português.
  • A APANT pretende colaborar com as Autoridades e entidades públicas nacionais, europeias e internacionais do setor da aviação civil, com outras associações e organizações nacionais ou estrangeiras, assim como com instituições académicas, para a promoção da investigação e desenvolvimento tecnológico e industrial deste setor de atividade.
  • A longo prazo, a associação pretende promover, junto dos seus associados e das entidades ou organismos competentes, a criação de centros de investigação e desenvolvimento, de modo a promover as condições e infraestruturas necessárias a estas atividades. Pretende ainda promover sinergias com outros centros de investigação nacionais e internacionais.