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Para além dos sistemas tecnológicos para a interceção de drones, França quer também apostar nas águias como técnica que poderá ser utilizada para combater as ameaças que possam surgir através de drones.

Esta técnica já não é novidade e a polícia holandesa, pioneira neste treino, trabalha com aves de rapina para intercetarem drones, desde o final de 2015.

As águias são alimentadas desde pequenas sobre os próprios drones por forma a conviver com estes aparelhos e associarem os drones a comida.

A águia-real foi escolhida pela sua visão muito desenvolvida, o que facilita a deteção de pequenos drones a vários metros de distância, assim como pela dimensão, forte determinação, firmeza e arrojo desta ave.

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