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A proliferação dos drones tem gerado nas Autoridades de todo o mundo uma crescente preocupação na utilização ilegal e/ou insegura dos drones. De modo a prevenir acidentes e/ou atos de interferência ilícita em grandes eventos, as Autoridades têm optado por criar zonas de exclusão deste tipo de aeronaves.

As Autoridades portuguesas têm acompanhado esta preocupação de perto. Por esse motivo, a Força Aérea Portuguesa e a Autoridade Aeronáutica Nacional estão a conduzir estudos relativos à eventual implementação de equipamentos de tecnologia de segurança anti-drone, para as suas unidades e para utilização em eventos de grande visibilidade. Espera-se, por isso, que este Ramo esteja dotado de equipamentos que, por um lado, auxiliem à fiscalização do cumprimento da lei em vigor, e que por outro, identifique e inative utilizações ilícitas de aeronaves não tripuladas.

A Associação Portuguesa de Aeronaves Não Tripuladas (APANT) tem vindo a colaborar ativamente nos testes aos sistemas tecnológicos de identificação e interceptação de drones, levados a cabo pela Força Aérea Portuguesa e Autoridade Aeronáutica Nacional.

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