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Conforme comunicado pela EMSA (European Maritime Safety Agency – Agência Europeia da Segurança Marítima) o primeiro voo RPAS aconteceu no passado dia 25 de setembro e marcou o início de um ciclo de patrulhamento em tempo real em várias localizações.

Para o efeito, os RPAS que a EMSA contratou estão a ser utilizados pela Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (FRONTEX) para prestar apoio à Guarda Nacional Republicana, Força Aérea e Marinha bem como ao Centro Nacional de Coordenação do Eurosur (Sistema Europeu de Vigilância das Fronteiras).

No que diz respeito à operação em concreto, esta será remotamente coordenada a partir do Centro de Operações da FRONTEX na Polónia por peritos dessa Agência e por autoridades Portuguesas sendo que o piloto remoto e o operador de sistemas estarão em Portugal a desenvolver a operação através de uma estação de controlo terrestre supervisionada pela Força Aérea Portuguesa.

Este equipamento em consideração tem a possibilidade de detetar movimentos de embarcações bem como receber sinais e pedidos de socorro. Para ampliar o raio de acção, este RPAS em particular, utiliza comunicação por satélite permitindo o voo e operação a uma grande distância da orla costeira portuguesa onde normalmente a linha de emissão rádio não consegue alcançar.

A Associação Portuguesa de Aeronaves Não Tripuladas (APANT), congratula-se assim por mais um passo de sucesso na integração das Aeronaves Não Tripuladas e pela extrema utilidade de todos os desenvolvimentos tecnológicos que permitem aprimorar a SEGURANÇA das nossas fronteiras e trazer mais EFICIENCIA ás acções de busca e salvamento.

Aconselhamos, por isso, a leitura do Comunicado no site da Agência Europeia da Segurança Marítima http://www.emsa.europa.eu/news-a-press-centre/external-news/item/3366-rpas-enter-into-operation-in-portugal-for-border-surveillance.html